Hipnose

A atual definição pela Associação Americana de Psicologia, é um estado de consciência que envolve atenção focada e consciência periférica reduzida, caracterizado por uma maior capacidade de resposta à sugestão.

Boa parte das pessoas já assistiu, na internet, em algum programa de televisão ou quem sabe ao vivo, cenas em que um hipnotizador colocando uma pessoa em transe hipnótico, passando alguns minutos, o indivíduo fica sob às sugestões do hipnotizador, também chamado de Hipnólogo(estudioso da Hipnose) ou ainda Hipnotista(praticante de Hipnose) fazendo um verdadeiro espetáculo para a plateia. Esse tipo de hipnose é chamada hipnose de palco, e quase nada tem a ver com a hipnose realizada em consultório, conhecida como hipnose clínica.

Em comum, as técnicas têm o princípio de relaxamento e do transe, mas esqueça a ideia de que na hipnose o paciente ficará inconsciente ou a mercê do hipnólogo.

Se na hipnose de palco o hipnotizador usa técnicas que misturam hipnose e entretenimento ou ainda sugestões de quebra de paradigmas, bloqueios e crenças sabotadoras.

Quando aplicada por um profissional apto, a hipnose  não oferece qualquer tipo de perigo à pessoa.
Ninguém será sugestionado a fazer algo que não deseja, muito menos a cumprir regras arbitrárias que não tenham envolvimento com o proposto para uma Palestra, por exemplo.

Já a Hipnose Clinica é realizada como Terapia e por um Hipnoterapeuta no consultório para tratamento de males psicológicos de muitos tipos como na página de Hipnoterapia deste site.

Mundialmente reconhecida, a hipnose é um tratamento eficaz de diversos males, dentre os quais destacam-se:

  • ansiedade e suas origens;

  • vícios e problemas com drogas;

  • emagrecimento;

  • gagueira;

  • fobias;

  • depressão;

  • dificuldades de relacionamento;

  • todas as doenças de origem psicossomática.

Muito importante afirmar que em nenhum momento da Hipnose a pessoa perde a consciência,

esquece ou deixa de ouvir e participar do que se passa.

 É um estado mental (teorias de estado) ou um tipo de comportamento (teorias de não-estado) usualmente induzidos por um procedimento conhecido como indução hipnótica, o qual é geralmente composto de uma série de instruções preliminares e sugestões. O uso da hipnose com propósitos terapêuticos é conhecido como "hipnoterapia".

Eduh Rodrigues é hipnoterapêuta formado pela ACSH e aplica com segurança os procedimentos éticos da Hipnose Clínica em seus Clientes com resultados rápidos e surpreendentes.

O termo "hipnose" (grego hipnos = sono + latim osis = ação ou processo) deve o seu nome ao médico e pesquisador britânico James Braid (1795-1860), que o introduziu pois acreditou tratar-se de uma espécie de sono induzido (Hipnos era também o nome do deus grego do sono). Quando tal equívoco foi reconhecido, o termo já estava consagrado, e permaneceu nos usos científico e popular.

Contudo, deve ficar claro que hipnose não é uma espécie ou forma de sono. Os dois estados são claramente distintos e a tecnologia moderna pode comprová-lo de inúmeras formas, inclusive pelos achados eletroencefalográficos de ambos, que mostram ondas cerebrais de formas, frequências e padrões distintos para cada caso.

 

O estado hipnótico é também chamado transe hipnótico.

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